sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Computação nas nuvens cada dia mais presente

Olá pessoal ligado na tecnologia, finalmente podemos dizer que técnicamente "cloud computation" é possível e cada vez mais utilizada. Mas será que vamos ficar nas nuvens? De certa forma sim, o que ocorre é que todo serviço acessado, como planilhas, arquivos, banco de dados, e-mails e até aplicações estão sendo armazenados em poderosos data centers remotos. Isto quer dizer que as tradicionais estações de trabalho estão sendo substituidas pelos browsers, que diga-se de passagem também estão evoluindo e temos uma dúzia deles para escolher, com plataformas diferentes, seja para um palm, celular, desktop, note e também, é claro, smartphones das mais variadas marcas, com destaque aos da tecnologia 3G.
O que importa, é que estamos "livres das amarrras" que o tradicional PC nos impunha até então, com softwares instalados e arquitetura proprietária, para nos libertar e acessarmos nossas mensagens de onde estivermos, armazenar fotos e compartilhar com os amigos, tudo isso nessa atmosfera etérea, que cada vez mais passa a integrar nossas vidas digitais.
Um abraço a todos e até a próxima. Horn, A.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A crise mundial de percepção em 2009

Iniciamos 2009 e certamente notamos a diferença. Fala-se em crise a todo momento e talvez a maior "crise" seja de percepção, pois vivenciamos e reagimos conforme o que "ouvimos e vemos" na mídia, porém devemos questionar o cenário global e realmente "absorver" aquilo que pode interferir nas nossas vidas cotidianas. Por exemplo, na vida política temos certeza que a crise não vai abalar as benesses dos nossos governantes, pelo contrário o que ocorre é uma série de medidas em prol de suas "necessidades emergenciais", que crescem em momentos de insegurança. Mas afinal, todo povo tem os governantes que merece, pois seus líderes foram eleitos numa democracia de plenas liberdades constitucionais.
Enquanto isso o discurso otimista dos líderes mundiais apontam para soluções tipo "pacote" que apenas injetam dinheiro nos setores "escolhidos a dedo", como nos EUA onde as montadoras já levaram quase a metade dos 700 bilhões de dólares, impressos rápidamente na casa da moeda americana, apenas tinta e papel, porque o lastro bancário em ouro, por exemplo, faz muito tempo que não existe mais.
Então nos perguntamos, o capitalismo vai acabar? Não, logo não vai, porque o modelo capitalista está enraizado demais e não "captou" ainda a verdadeira crise, a meu ver de sustentabilidade ambiental, aquecimento global e falta de incentivo na geração das chamadas energias renováveis. Temos visto algumas tímidas iniciativas, em desenvolver novos modelos para as sociedades ditas "modernas", mas como a crise fala mais alto, muito pelo contrário, as chaminés devem ter mais importância do que nunca em "exalar" fumaça, como sendo "sinônimo" de produção em ritmo de retomada.
Produção baseada em créditos de carbono, parece fazer parte de uma solução em andamento, com a compra dessas "emissões" pelos países ricos e que devem retornar em desenvolvimento ao terceiro mundo, aportando um maior volume de investimento "limpo", o que na maioria das vezes não acontece, pois temos um "terreno" fértil e com legislação branda, para os "investidores globais" não comprometidos com o futuro do planeta. Já seria um bom começo incentivar a produção mundial mas sem o alto custo em aumentar a poluição global.
Pessoal, vamos valorizar o meio ambiente, cada um fazendo sua parte, para que: "Um mundo melhor é possível", não tenha sido só o tema escolhido dos Fóruns Sociais Mundiais. Abraços a todos! Até a próxima! Horn, A.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Paradigmas e Paradoxos

Olá pessoal! Chegando mais um fim de ano e este talvez não vai deixar saudade, porque se até o primeiro semestre foi ótimo, depois a "escorregadela" do mercado imobiliário americano, foi se aprofundando até "puxar" o resto do mundo consigo, pressionando as conhecidas "ações podres", com bilhões de dólares se evaporando. Os bancos depois de muito lucrarem, viram seus papéis na bolsa despencarem até serem "varridos" para baixo do tapete de grandes instituições governamentais, seja em forma de aquisição, incorporação ou até "absorção" uma prática até então não empregada, num "livre mercado" que agora já não é tão "livre" assim! Mas isso é o fim do mundo? Nem tanto, alguns já se arriscam a palpitar, pois sabemos que onde há crise, existem oportunidades também! Porém devemos observar que os modelos para negócios evoluiram, temos ferramentas hoje que fazem a diferença na gestão, logística e operacional para várias atividades produtivas e de serviços, mas porque o receio então? É simples, tudo que demanda um esforço, seja de comunicação ou mesmo de processos, causa um certo "desconforto" pois sempre demanda mais estratégia e execução além do que estava sendo praticado, mas é isso mesmo, os tempos atuais refletem isso, mais trabalho e menos rendimento, nesse sentido, está o desafio dos novos tempos. E isso é lógico, pois com um grande aumento populacional, fazendo com que em 50 anos, o planeta tenha dobrado de tamanho em número de pessoas e já resultando numa demanda maior, em todas as áreas, e ocorrendo um certo "desequilíbrio de oferta" onde a produção de alimentos "contrasta" e porque não dizer "rivaliza" com os bens de consumo, em outras palavras, se a produção de carros, continuasse no ritmo em que estava, acabariamos "plantando" para abastecer e "bebendo água reciclada" para saciar a sede! Paradigmas tem que ser quebrados, sutentabilidade precisa ser mais do que um "termo" ecológicamente correto, o planeta necessita de uma "nova ordem mundial" onde a humanidade volte a valorizar o que realmente tem importância! Preservação da natureza, focar no desenvolvimento de energias renováveis, educação ambiental nas escolas, como matéria obrigatória para as novas gerações, tudo isso somado com atitudes positivas, certamente vamos confrontar os paradoxos que somos obrigados a enfrentar, como as diferenças sociais, econômicas e culturais, acentuadas pelo "discurso da crise" mas que não devem "ofuscar" nossa visão empreendedora e as ações estratégicas, necessárias para superar este momento de transição global! Que venha 2009 e saberemos quem estava certo!
Até lá vamos aproveitar este fim de ano, pois poderá não haver outro igual! Nada de "catastrofismo" mas, apenas podermos pensar melhor no que devemos fazer para melhorar no presente e "transmitir" ao futuro das novas gerações! Um mundo melhor é possível! Grande abraço! Horn.

sábado, 25 de outubro de 2008

Obama sendo eleito vai acalmar o mercado global.

Olá pessoal! Estamos vivenciando uma crise global de abrangência econômica, causada pelo modelo neoliberal, recentemente instaurado, a mais ou menos meio século, que já mostra sinais de fadiga.
O escândalo do subprime nos EUA já estava previsto, o risco era superior ao controle que pudesse ser feito, para equilibrar as finanças com seus investidores.
A pouco tempo, aqui no Brasil vivemos uma "euforia" das bolsas, em maio mais de 70.000 pontos fizeram a alegria dos investidores, mas quando veio a ressaca, o fundo do poço mostrou-se mais próximo do que o mercado e seus operadores esperavam. Com isso as ações despencaram ao nível de 2005, em torno de 30.000 pontos até ontem, caracterizando q precisamos ter sangue frio e sermos experientes para sobreviver com este ar rarefeito de pouco crédito, freio nos investimentos e cotação do dólar nas alturas.
Muitos comentários foram feitos, inclusive de quem não entende muito de economia mundal, ouviu-se que seria uma "marolinha" a crise internacional, e o que se vê hoje, é uma tsunami, que pode ser explicada por um banqueiro experiente, ao dizer, não façam piada da crise, a coisa é séria!!!
Pois bem, com a riqueza de 5000 a 8000 metros abaixo do nível do mar, o pré sal torna-se "inacessível" sem um grande volume de recursos e agora não é hora apropriada pra isso, pois o momento de "fazer negócio" com esta questão passou recentemente e não foi aproveitado, entenda-se, não negociou-se a exploração para ter royaltes e sim optar pela "reserva futura" que agora vai ter que esperar. Nosso país tem sim, hoje, melhores condições de enfrentar os desafios da nova "ordem mundial" e, até ser favorecido por ela, basta que seja feita a gestão econômica multipolar, e que nossos ministros da área econômica, continuem atentos as mudanças de paradigma que estão ai na nossa frente, nos noticiários e comentários especializados das consultorias de mercado.
Bom, o que não falei ainda é sobre Barak Obama, este sim candidato a Casa Branca em novembro, que vai fazer a diferença, sendo eleito pela maioria dos americanos. Por quê? Porque seu discurso é democrático e disposto a integrar os interesses americanos com o resto do mundo, em especial com as nações soft power, incluindo o Brasil, que diferentemente dos EUA, não tem arsenais nucleares apontados para todas as partes do planeta, mas emerge com uma economia produtiva potente, com regras estabelecidas para o sistema financeiro, podendo intervir no mercado com mais ferramentas para manter a estabilidade.
O temor de crise e da recessão é geral, os mercados interligados, já não conseguem atuar sózinhos no combate a instabilidade econômica, e presenciamos, cada vez mais a intervenção do estado na economia privada, demonstrando, que temos de criar "novas soluções" para os "novos problemas", pois os "remédios anteriores" já não estão mais funcionando.
Então, neste domingo aqui na Terra Brazilis, vamos praticar o voto "consciente" ao elegermos nossos representantes políticos para as prefeituras do nosso país.
E vamos torcer, para que em 2009, a figura pacata e franzina do homem, que deverá conduzir os destinos da maior potência bélica do mundo, venha para influenciar os caminhos de uma nova era, apaziguando os horrores das guerras e alinhando os países do G8 com as nações emergentes no encontro da trajetória do crescimento sustentável, da paz e prosperidade mundial.
Fico por aqui, torcendo para um mundo melhor, que segundo o Fórum Mundial, cuja sua primeira edição, foi na minha cidade natal, Porto Alegre, "É POSSÍVEL"!!! Abraços, Horn.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Os quatro D's

Olá pessoal! Primeiramente comento sobre a Semana Global do Empreendedorismo a ser realizada no mês de novembro, uma iniciativa excelente para por idéias e ações em prática, leiam e vejam maiores informações no site do organizador http://www.semanaglobal.org.br/ e aproveitem para estimular seu lado empreendedor.
Aqui no meu blog (e de quem quiser participar) explanei várias vezes sobre siglas, seis sigma, ROI, balanced scorecard e muitas outras, mas hoje vou falar de singelos quatro D's (não foi minha descoberta e nem por acaso) estudados por Maslow, um soviético que os criou, para definir o T R A B A L H O ! ! !
Mas não estou falando de qualquer trabalho, que muitas vezes não requer muito esforço, e sim, de valores aos quais estamos cada vez mais distantes.
Pois bem, na minha concepção o russo estava certo, quando estudando os trabalhadores, ainda no século XX, desenvolveu esta singela definição, para cada um dos quatro D's:
Se você quer ter sucesso no seu empreendimento empresarial, não importando o porte e aporte de recursos empregados, você precisa do primeiro D = DISPONIBILIDADE!!!
A disponibilidade é fundamental para que a pessoa possa realmente se envolver com um projeto ou novo plano de negócios, que se apresenta normalmente como uma oportunidade.
Depois vem o segundo D = DISPOSIÇÃO!!! que também é muito importante na fase inicial do processo em desenvolvimento, pois reflete o plano de negócios escolhido para ser posto em prática, depois desta hora arregaçar as mangas é fundamental.
Então, com o tema de casa feito, é hora do terceiro D = DISCIPLINA!!! seguir as regras do jogo é fundamental para que a estratégia montada para o seu negócio dê certo. Não mude de uma hora pra outra suas diretrizes e consulte sempre o prazo para que seu projeto saia do papel e dê resultados positivos, só depois disso é que , se for necessário, faça uma correção de rota!
O último e quarto mais importante D = DEDICAÇÃO!!! pois sem a devida atenção não espere bons resultados, mas se tudo foi bem planejado, sua dedicação total ao novo negócio vai apresentar bons frutos, continue cuidando de seu empreendimento com afinco, logo sua dedicação vai demonstrar que valeu a pena!!!
Participar, planejar, ousar e empreender estas são as verdadeiras fórmulas de sucesso de todo empreendedor que quer vencer as adversidades e consolidar suas competências.
Até a próxima! Grande abraço! Horn.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Joomla, WEB 2.0 e os 1001 aplicativos freeware

Olá pessoal, para começar vou comentar sobre o Joomla, um gerenciador de conteúdos revolucionário, pois dá poderes ao seu administrador mesmo que ele não tenha muitos conhecimentos de programação e/ou linguagens de computadores. Apesar de alguns requisitos básicos, como um banco de dados MySQL e linguagem PHP, o Joomla promete ser o software da vez!
Vejam só, não são somente os grandes portais de informação que vão dominar a comunicação online, grupos de pessoas estão trabalhando para este programa continuar livre e com domínio público total. Para conhecerem mais detalhes acessem www.joomla.com.br e tirem suas dúvidas e participem dos fórums.
Computação nas nuvens é um termo que tem sido comentado por muitos blogs no mundo afora, porém tem grande similaridade com a conhecida WEB 2.0 onde acessamos nossas informações de qualquer lugar, utilizamos ferramentas online e dispomos de recursos que antes estavam limitados ao uso em nossos PCs. Aonde quero chegar? A uma quantidade incrível de soluções ao nosso alcance, oportunidades para pequenos e médios empreendedores, novos modelos de negócios que antes era impensáveis, reunindo tudo isso num bom planejamento estratégico, aliado ao web marketing, teremos inúmeras formas de gerar lucro através de iniciativas conjuntas. Então, mãos a obra! Tire aquele plano da gaveta e começe a implementá-lo! Faltou parceria? Associe-se as redes de relacionamento profissional e procure interessados em comum com seus projetos para colocá-los em prática, use as novas estratégias de negócios, utilize aplicativos freeware e colha os resultados num tempo recorde.
Até a próxima! Grande Abraço! Alexandre Horn

domingo, 7 de setembro de 2008

Marketing Político

Em pleno período pré-eleitoral aqui no Brasil e também nos EUA, guardadas as devidas proporções, vemos como as diferenças nas estratégias dos candidatos são peculiares em cada universo. Lá, vemos os democratas e republicanos, travando uma batalha pelo poder, onde o centro das atenções dos eleitores estão voltadas para o encolhimento da economia americana, geração de empregos, e claro, a guerra do Iraque, que já consumiu grande parte do pib deste país e derramou o sangue de mais de quatro mil soldados.
Aqui, temos um país que encontrou petróleo "novo", nas camadas pré-sal e que necessita de um mega investimento para explorá-lo, mas políticamente é como se estivesse sendo extraído já, pois como fato político, é assim divulgado, são as "mãos sujas do ouro negro" que o presidente da república mostra na mídia, capitalizando assim as atenções de todos, embalando a campanha dos seus aliados, demonstrando nossa riqueza a sete mil metros, como "solução" para a educação.
São muitos os partidos e poucos os candidatos "competentes", coligações pelo tempo na TV já foram feitas, visando maior visibilidade, mas como em todo jogo político, as cartas já estão marcadas, em algumas capitais importantes, vemos os "caciques" reinarem soberanos, o voto por aqui é obrigatório, diferentemente da maioria dos países desenvolvidos. Por que será?
Na minha opinião, o que ficou para reflexão dos brasileiros votantes, foi a campanha institucional do Superior Tribunal Eleitoral, "Quatro anos é muito tempo" com vários filmes, com protagonistas atores em situações "ridículas", porém muito bem humoradas, enfatizando que a escolha do eleitor é muito importante, para sua família, amigos, cidade, estado e seu país e que o valor do voto não tem preço! Depois aguentar mais quatro anos e reclamar não adianta, vamos exercitar nossa cidadania escolhendo bem nossos representantes do poder público.
Grande abraço a todos! Horn